Organizações sociais “desmontam” máfia da saúde

Publicado 25/08/2012

 Há a possibilidade de que as organizações sociais que estão cuidando da saúde dos hospitais públicos goianos — como Hugo, Crer, Huapa e Materno-Infantil — estejam desmontando uma mais poderosas máfias da história do Estado, que migra de governo para governo, sem nenhuma ideologia, exceto a do lucro fácil. Trata-se de máfia da saúde — que é sútil, corrupta e contaminadora. As OSs chegaram, impuseram suas normas e preços bem mais baixos e estão sendo atacadas com uma fúria inaudita. Deputados sérios, como Mauro Rubem e Luis Cesar Bueno, não estão percebendo o jogo sujo da máfia da saúde.

Uma empresa que prestava serviços para o Hospital de Urgências de Goiânia, com preços superfaturados e nem tem respeitabilidade no mercado, cobrava mais de meio milhão. Com a OS, o preço, com outra empresa prestando serviço —e que atua em grandes hospitais de São Paulo —, caiu pela metade. Não há nenhum milagre. As OSs só não pagam os preços exorbitantes que alguns empresários exigem e, depois, alegam que têm de repassar dinheiro para políticos.

A máfia da saúde está reagindo e produzindo dossiês contra o secretário Antônio Faleiros, contra os dirigentes das OSs e até contra o promotor Marcelo Celestino. Puro desespero porque está perdendo a galinha de ovos de ouro.

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