﻿{"id":27417,"date":"2013-11-29T00:00:00","date_gmt":"2013-11-29T02:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/luiscesarbueno.com.br\/lcb\/ibge-empregos-formais-crescem-657-em-dez-anos\/"},"modified":"2013-11-29T00:00:00","modified_gmt":"2013-11-29T02:00:00","slug":"ibge-empregos-formais-crescem-657-em-dez-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/luiscesarbueno.com.br\/lcb\/ibge-empregos-formais-crescem-657-em-dez-anos\/","title":{"rendered":"IBGE: Empregos formais crescem 65,7% em dez anos"},"content":{"rendered":"<div id=\"stcpDiv\" style=\"position: absolute; top: -1999px; left: -1988px;\">\n<p>Cada  vez mais fechados no que parece ser um universo paralelo, os  pessimistas de plant&atilde;o seguem alardeando um caos econ&ocirc;mico para o Brasil  que os n&uacute;meros insistem em desmentir. Qualquer economista com um m&iacute;nimo  de isen&ccedil;&atilde;o sabe que um dos &iacute;ndices mais representativos para se avaliar  um Pa&iacute;s &eacute; o n&iacute;vel de emprego. Assim, fica complicado aceitar que  estejamos &agrave; beira do precip&iacute;cio, como afirmam os neoliberais.<\/p>\n<p>Nesta sexta-feira (29), o Instituto Brasileiro de Geografia e  Estat&iacute;stica (IBGE) divulgou a S&iacute;ntese de Indicadores Sociais (SIS) 2013.  Entre os melhores dados est&aacute; o crescimento de empregos formais: nada  menos que 65,7% no per&iacute;odo 2002-2012.&nbsp; O total de empregados passou de  28,6 milh&otilde;es para 47,4 milh&otilde;es no per&iacute;odo. N&atilde;o &eacute; um &iacute;ndice que se possa  desconsiderar.<\/p>\n<p>Em termos absolutos, o setor de servi&ccedil;os continua a ser o que mais  re&uacute;ne empregos formais, com 16,1 milh&otilde;es, alta de 78% frente a 2002. J&aacute; a  constru&ccedil;&atilde;o civil foi o segmento que mais gerou postos formais de  trabalho, demonstrando o crescimento vertiginoso do setor. Em 2012, a  constru&ccedil;&atilde;o civil tinha 2,8 milh&otilde;es de trabalhadores com carteira  assinada, o que representou avan&ccedil;o de 155% frente a 2002.<\/p>\n<p><strong>Menos postos prec&aacute;rios<\/strong><\/p>\n<p>No per&iacute;odo 2002-2012, o IBGE observou aumento significativo da  propor&ccedil;&atilde;o de trabalhadores em empregos formais, que passou de 45% para  57%. De acordo com o estudo, em 2002 havia maior concentra&ccedil;&atilde;o em  posi&ccedil;&otilde;es mais prec&aacute;rias como empregados sem carteira, trabalhadores  dom&eacute;sticos, por conta pr&oacute;pria, na constru&ccedil;&atilde;o e na produ&ccedil;&atilde;o para o  pr&oacute;prio uso e n&atilde;o remunerados, que totalizavam 59% da popula&ccedil;&atilde;o ocupada.  Em 2012 esse percentual caiu para 49%.<\/p>\n<p>&ldquo;Dentre os fatores que contribu&iacute;ram para esse resultado, pode-se  citar a retomada do crescimento econ&ocirc;mico, o aumento da renda real, a  redu&ccedil;&atilde;o do desemprego, a pol&iacute;tica da valoriza&ccedil;&atilde;o do sal&aacute;rio m&iacute;nimo e a  pol&iacute;tica de incentivo &agrave; formaliza&ccedil;&atilde;o, como, por exemplo, a cria&ccedil;&atilde;o do  Simples Nacional&rdquo;, afirma a equipe t&eacute;cnica do IBGE no estudo.<\/p>\n<p> &#8211; See more at: http:\/\/www.pt.org.br\/noticias\/view\/ibge_empregos_formais_crescem_657_em_dez_anos#sthash.MANZvjUn.dpuf<\/p><\/div>\n<p><!--[if gte mso 9]><xml> <w_WordDocument> <w_View>Normal<\/w_View> <w_Zoom>0<\/w_Zoom> <w_HyphenationZone>21<\/w_HyphenationZone> <w_PunctuationKerning \/> <w_ValidateAgainstSchemas \/> <w_SaveIfXMLInvalid>false<\/w_SaveIfXMLInvalid> <w_IgnoreMixedContent>false<\/w_IgnoreMixedContent> <w_AlwaysShowPlaceholderText>false<\/w_AlwaysShowPlaceholderText> <w_Compatibility> <w_BreakWrappedTables \/> <w_SnapToGridInCell \/> <w_WrapTextWithPunct \/> <w_UseAsianBreakRules \/> <w_DontGrowAutofit \/> <\/w_Compatibility> <w_BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4<\/w_BrowserLevel> <\/w_WordDocument> <\/xml><![endif]--><\/p>\n<p><!--[if gte mso 9]><xml> <w_LatentStyles DefLockedState=\"false\" LatentStyleCount=\"156\"> <\/w_LatentStyles> <\/xml><![endif]--><!--[if !mso]><object classid=\"clsid:38481807-CA0E-42D2-BF39-B33AF135CC4D\" id=ieooui><\/object> \n\n<style> st1:*{behavior:url(#ieooui) } <\/style>\n\n <![endif]--><!--[if gte mso 10]> \n\n<style> \/* Style Definitions *\/ table.MsoNormalTable {mso-style-name:\"Tabela normal\"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:\"\"; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:\"Times New Roman\"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;} <\/style>\n\n <![endif]--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cada vez mais fechados no que parece ser um universo paralelo, os pessimistas de plant&atilde;o seguem alardeando um caos econ&ocirc;mico para o Brasil que os n&uacute;meros insistem em desmentir. Qualquer economista com um m&iacute;nimo de isen&ccedil;&atilde;o sabe que um dos &iacute;ndices mais representativos para se avaliar um Pa&iacute;s &eacute; o n&iacute;vel de emprego. Assim, fica complicado aceitar que estejamos &agrave; beira do precip&iacute;cio, como afirmam os neoliberais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesta sexta-feira (29), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE) divulgou a S&iacute;ntese de Indicadores Sociais (SIS) 2013. Entre os melhores dados est&aacute; o crescimento de empregos formais: nada menos que 65,7% no per&iacute;odo 2002-2012.&nbsp; O total de empregados passou de 28,6 milh&otilde;es para 47,4 milh&otilde;es no per&iacute;odo. N&atilde;o &eacute; um &iacute;ndice que se possa desconsiderar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em termos absolutos, o setor de servi&ccedil;os continua a ser o que mais re&uacute;ne empregos formais, com 16,1 milh&otilde;es, alta de 78% frente a 2002. J&aacute; a constru&ccedil;&atilde;o civil foi o segmento que mais gerou postos formais de trabalho, demonstrando o crescimento vertiginoso do setor. Em 2012, a constru&ccedil;&atilde;o civil tinha 2,8 milh&otilde;es de trabalhadores com carteira assinada, o que representou avan&ccedil;o de 155% frente a 2002.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Menos postos prec&aacute;rios<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No per&iacute;odo 2002-2012, o IBGE observou aumento significativo da propor&ccedil;&atilde;o de trabalhadores em empregos formais, que passou de 45% para 57%. De acordo com o estudo, em 2002 havia maior concentra&ccedil;&atilde;o em posi&ccedil;&otilde;es mais prec&aacute;rias como empregados sem carteira, trabalhadores dom&eacute;sticos, por conta pr&oacute;pria, na constru&ccedil;&atilde;o e na produ&ccedil;&atilde;o para o pr&oacute;prio uso e n&atilde;o remunerados, que totalizavam 59% da popula&ccedil;&atilde;o ocupada. Em 2012 esse percentual caiu para 49%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;Dentre os fatores que contribu&iacute;ram para esse resultado, pode-se citar a retomada do crescimento econ&ocirc;mico, o aumento da renda real, a redu&ccedil;&atilde;o do desemprego, a pol&iacute;tica da valoriza&ccedil;&atilde;o do sal&aacute;rio m&iacute;nimo e a pol&iacute;tica de incentivo &agrave; formaliza&ccedil;&atilde;o, como, por exemplo, a cria&ccedil;&atilde;o do Simples Nacional&rdquo;, afirma a equipe t&eacute;cnica do IBGE no estudo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cada vez mais fechados no que parece ser um universo paralelo, os pessimistas de plant&atilde;o seguem alardeando um caos econ&ocirc;mico para o Brasil que os [&#8230;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":27418,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[57],"tags":[],"class_list":["post-27417","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/luiscesarbueno.com.br\/lcb\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27417","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/luiscesarbueno.com.br\/lcb\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/luiscesarbueno.com.br\/lcb\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/luiscesarbueno.com.br\/lcb\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/luiscesarbueno.com.br\/lcb\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=27417"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/luiscesarbueno.com.br\/lcb\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27417\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/luiscesarbueno.com.br\/lcb\/wp-json\/wp\/v2\/media\/27418"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/luiscesarbueno.com.br\/lcb\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=27417"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/luiscesarbueno.com.br\/lcb\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=27417"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/luiscesarbueno.com.br\/lcb\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=27417"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}