﻿{"id":26717,"date":"2011-02-19T00:00:00","date_gmt":"2011-02-19T02:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/luiscesarbueno.com.br\/lcb\/o-publico-e-o-privado\/"},"modified":"2011-02-19T00:00:00","modified_gmt":"2011-02-19T02:00:00","slug":"o-publico-e-o-privado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/luiscesarbueno.com.br\/lcb\/o-publico-e-o-privado\/","title":{"rendered":"O p\u00fablico e o privado"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<span style=\"background-color: rgb(242, 242, 242); font-size: 9px; font-family: Georgia, \u00b4Times New Roman\u00b4, Times, serif; line-height: 12px;\">Fotos: Fernando Leite\/Jornal Op&ccedil;&atilde;o<\/span><\/p>\n<div class=\"post-img\" style=\"margin: 0px 10px 10px 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; float: left; max-width: 620px; overflow: hidden; font-family: Georgia, \u00b4Times New Roman\u00b4, Times, serif; line-height: 12px;\">\n<div class=\"post-img-url\" style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.jornalopcao.com.br\/arquivos\/images\/1858\/serraDourada.jpg\" border=\"0\" style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\" alt=\"\" \/><\/div>\n<div class=\"post-img-descricao\" style=\"margin: 0px; padding: 4px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 10px; vertical-align: baseline; background-color: rgb(242, 242, 242); text-shadow: rgb(242, 242, 242) 0px 1px 1px;\">S&atilde;o necess&aacute;rios R$ 160 milh&otilde;es para a reforma do Est&aacute;dio Serra Dourada: Inten&ccedil;&atilde;o do governador Marconi Perillo &eacute; arrumar o local para viabilizar Goi&acirc;nia como cidade-sede da Copa 2014<\/div>\n<\/p><\/div>\n<div class=\"conteudo\" style=\"margin: 0px 0px 20px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 13px; vertical-align: baseline; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 15px;\">\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\"><strong style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">Jos&eacute; C&aacute;cio J&uacute;nior<\/strong><\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">Privatiza&ccedil;&atilde;o, desestatiza&ccedil;&atilde;o, concess&atilde;o, aliena&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&otilde;es de empresas estatais, forma&ccedil;&atilde;o de Parceria P&uacute;blico-Privadas (PPP&rsquo;s), aporte de capital da iniciativa privada, gest&atilde;o compartilhada, entre outros. N&atilde;o importa o termo, a decis&atilde;o do governo de vender parte das a&ccedil;&otilde;es das empresas da m&aacute;quina p&uacute;blica para a iniciativa privada tem sido um dos temas mais pol&ecirc;micos no in&iacute;cio do terceiro mandato de Marconi Perillo (PSDB).<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">A principal justificativa do governo &eacute; que o Estado n&atilde;o possui recursos em caixa para financiar os investimentos necess&aacute;rios para desenvolver e at&eacute; mesmo manter parte das empresas, como Celg, Iquego e Ceasa. Marconi tem o objetivo de otimizar a gest&atilde;o p&uacute;blica, abrindo espa&ccedil;o para que os &oacute;rg&atilde;os da administra&ccedil;&atilde;o estatal adotem modelos da iniciativa privada.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">No entanto, a oposi&ccedil;&atilde;o tem criticado de forma veemente a op&ccedil;&atilde;o do governo de realizar uma gest&atilde;o compartilhada e a possibilidade de venda de parte de a&ccedil;&otilde;es para a iniciativa privada. Com muita efici&ecirc;ncia, setores da sociedade civil e pol&iacute;ticos, principalmente do PT, pegaram carona na j&aacute; negativa marca de privatizador que o partido conseguiu imprimir no PSDB por conta das gest&otilde;es do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">Para discutir a viabilidade de investimentos por conta da iniciativa privada nas empresas p&uacute;blicas, o governo criou o Conselho Estadual de Investimentos, Parcerias e Desestatiza&ccedil;&atilde;o (Cipad) para discutir as alternativas econ&ocirc;micas e de parcerias que o Estado pode firmar com empresas do setor privado. Na primeira reuni&atilde;o do Cipad, o secret&aacute;rio de Gest&atilde;o e Planejamento (Segplan), Giuseppe Vecci, fez quest&atilde;o de frisar que a atual administra&ccedil;&atilde;o n&atilde;o quer entregar o patrim&ocirc;nio p&uacute;bico &agrave; iniciativa privada.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\"><span style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; color: rgb(169, 169, 169);\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/www.jornalopcao.com.br\/arquivos\/images\/1858\/ceasa.jpg\" style=\"margin: 5px 10px; padding: 0px; border: 1px solid; outline: 0px; vertical-align: baseline; float: left; width: 320px; height: 241px;\" \/><\/span>&ldquo;Estamos falando de investimentos, parcerias e desestatiza&ccedil;&atilde;o. Privatiza&ccedil;&atilde;o &eacute; quando voc&ecirc; vende totalmente um bem p&uacute;blico. N&atilde;o &eacute; o caso do que estamos analisando&rdquo;, justifica Vecci. Apesar do esfor&ccedil;o do governo de retirar o r&oacute;tulo de privatizador, a ideia de atrair investimentos da iniciativa privada tem tido resist&ecirc;ncia de parte da sociedade.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">Durante a primeira reuni&atilde;o do Cipad, Marconi explicou que as parcerias j&aacute; faziam parte do plano de governo definido ainda durante a campanha e era um dos temas da reforma administrativa aprovada pela Assembleia Legislativa. &ldquo;O objetivo &eacute; definirmos focos de parcerias privadas, concess&otilde;es, enfim, possibilidades de parceiros, de s&oacute;cios do governo, para implementa&ccedil;&atilde;o de obras e servi&ccedil;os, buscando trazer capital externo, privado, que falta ao Estado e fazer os investimentos de acordo com as demandas da popula&ccedil;&atilde;o.&rdquo;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">Uma das defesas do governo &eacute; que as parcerias ir&atilde;o &ldquo;dinamizar&rdquo; e &ldquo;alavancar&rdquo; o crescimento econ&ocirc;mico e estrutural das empresas que atualmente passam por aperto financeiro. A Celg, que pode ser analisado como um dos casos mais graves, espera resposta do governo federal sobre o plano de recupera&ccedil;&atilde;o da empresa que foi formatado.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">Pelo plano, a Celg tenta contrair um empr&eacute;stimo de R$ 2,7 bilh&otilde;es &mdash; que ser&aacute; dividido em duas parcelas &mdash; para quitar as d&iacute;vidas da estatal com o setor financeiro. A partir disso, o vice-governador e presidente da Celg, Jos&eacute; Eliton (DEM), tenta encontrar parceiros que tenham interesse em adquirir at&eacute; 49% das a&ccedil;&otilde;es da companhia. Por essa quantidade do patrim&ocirc;nio da Celg, o governo espera receber at&eacute; R$ 1 bilh&atilde;o da iniciativa privada. As companhias el&eacute;tricas de Minas Gerais e Paran&aacute; &mdash; Cemig e Copel respectivamente &mdash; j&aacute; mostraram interesse em adquirir parte das a&ccedil;&otilde;es da Celg. Eliton tamb&eacute;m j&aacute; conversou com a SC Parcerias, empresa estatal de Santa Catarina que investe na &aacute;rea estrutural. O presidente da Diretoria Executiva da SC Parcerias, Enio Andrade Branco, j&aacute; foi presidente da Celg.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\"><span style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; color: rgb(169, 169, 169);\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/www.jornalopcao.com.br\/arquivos\/images\/1858\/celg.jpg\" style=\"margin: 5px 10px; padding: 0px; border: 1px solid; outline: 0px; vertical-align: baseline; float: left; width: 320px; height: 271px;\" \/><\/span>A tend&ecirc;ncia &eacute; que o governo s&oacute; consiga o aporte financeiro do setor privado se o governo federal considerar o plano de recupera&ccedil;&atilde;o da Celg e aprovar a contrata&ccedil;&atilde;o do empr&eacute;stimo de R$ 2,7 bilh&otilde;es. &Eacute; pouco prov&aacute;vel que uma empresa do setor arrisque investir na Celg se a companhia n&atilde;o quitar as d&iacute;vidas que possui com o setor el&eacute;trico. O plano de recupera&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m prev&ecirc; recupera&ccedil;&atilde;o financeira at&eacute; 2015 e investimentos em gera&ccedil;&atilde;o e distribui&ccedil;&atilde;o de energia e retransmissores at&eacute; 2019.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">Outra estatal que pode ter parte dos recursos desestatizados &mdash; termo com que o governo classificou as parcerias &mdash; &eacute; a Centrais de Abastecimento de Goi&aacute;s (Ceasa). Uma das alternativas &eacute; a aliena&ccedil;&atilde;o total &agrave; Uni&atilde;o. A reportagem entrou em contato com o presidente do &oacute;rg&atilde;o, Edvaldo Crispin, que n&atilde;o quis se manifestar sobre o caso. Segundo a assessoria de imprensa da Ceasa, Edvaldo j&aacute; se reuniu com empres&aacute;rios, representantes de classes, com a Secretaria de Agricultura, Pecu&aacute;ria e Irriga&ccedil;&atilde;o (Seagro) e com Vecci para discutir a&ccedil;&otilde;es que podem ser adotadas para modernizar a gest&atilde;o do &oacute;rg&atilde;o.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">A reportagem tamb&eacute;m entrou em contato com Vecci, com o secret&aacute;rio da Casa Civil &mdash; Vilmar Rocha (DEM) &mdash; e com o secret&aacute;rio de Articula&ccedil;&otilde;es Institucionais, Daniel Goulart, mas eles n&atilde;o foram encontrados para comentar sobre as propostas do governo.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\"><strong style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">Oposi&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">Enquanto Marconi e sua equipe apresentavam o plano de desestatiza&ccedil;&atilde;o, a oposi&ccedil;&atilde;o ao grupo tucano n&atilde;o poupou a atual gest&atilde;o de cr&iacute;ticas sobre a abertura de capital do Estado &agrave; iniciativa privada. Para a oposi&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o existe diferen&ccedil;a entre desestatiza&ccedil;&atilde;o e privatiza&ccedil;&atilde;o, &ldquo;&eacute; tudo a mesma coisa&rdquo;, disse o deputado estadual Mauro Rubem (PT) ao Jornal Op&ccedil;&atilde;o.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">Para marcar o discurso contr&aacute;rio &agrave; desestatiza&ccedil;&atilde;o, os deputados da oposi&ccedil;&atilde;o ouvidos pelo jornal resgatam o per&iacute;odo do governo de FHC marcado pela venda de empresas estatais para a iniciativa privada, dando espa&ccedil;o para que a oposi&ccedil;&atilde;o criticasse o governo dos tucanos. Esse foi um dos temas da campanha eleitoral do ano passado. Tanto a n&iacute;vel nacional, quanto nos Estados, o ex-presidente Lula (PT) e sua sucessora Dilma Rousseff (PT) bateram na tecla da privatiza&ccedil;&atilde;o para contrapor o discurso do PSDB e aliados. O partido novamente n&atilde;o conseguiu deixar claro sua proposta, assim como n&atilde;o defendeu as privatiza&ccedil;&otilde;es realizadas por Fernando Henrique Cardoso.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&ldquo;Historicamente, onde houve concess&atilde;o, n&atilde;o deu certo. O PSDB pagou caro com isso, perdendo as &uacute;ltimas elei&ccedil;&otilde;es para o Lula e de seus aliados&rdquo;, critica o deputado estadual Luis Cesar Bueno (PT). O petista diz que n&atilde;o &eacute; contra a parceria econ&ocirc;mica e de gest&atilde;o entre Estado e parceria privada. Para isso, ele cita a express&atilde;o &ldquo;marco zero&rdquo;. Na opini&atilde;o de Luis Cesar, a iniciativa privada pode explorar economicamente servi&ccedil;os e bens do Estado, desde que invista desde o in&iacute;cio das obras.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&ldquo;Defendo as PPP&rsquo;s de marco zero. A empresa executa determinada obra e cobra da popula&ccedil;&atilde;o o servi&ccedil;o prestado. Mas n&atilde;o pode pegar, por exemplo, uma rodovia de Goi&acirc;nia a Caldas Novas, totalmente esburacada, em que o Estado gastou R$ 42 milh&otilde;es para constru&iacute;-la e entregar de m&atilde;o beijada para a iniciativa privada explorar. A&iacute; &eacute; concess&atilde;o, uma entrega do patrim&ocirc;nio p&uacute;blico para ser explorado&rdquo;, completa.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">Luis Cesar acredita que o Estado consegue gerir o Estado com maior compet&ecirc;ncia e condena e diz que os governos precisam encontrar mecanismos para realizar uma &ldquo;gest&atilde;o p&uacute;blica eficiente que combata as crises estruturais&rdquo;.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">Mauro Rubem &eacute; mais pesado nas cr&iacute;ticas e classifica o modelo de concess&atilde;o de bens p&uacute;blicos &agrave; iniciativa privada de &ldquo;privataria&rdquo;. O deputado comunga do mesmo pensamento do colega de partido Luis Cesar, dizendo que &ldquo;o que tem o olhar do lucro coloca em risco o povo&rdquo;. Mauro Rubem tamb&eacute;m questiona a &ldquo;proposta equivocada de privatiza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, com o argumento de que a iniciativa privada n&atilde;o tem o interesse de investir em um &oacute;rg&atilde;o p&uacute;blico que tem tido problemas financeiros. &ldquo;Quem vai querer comprar uma empresa que n&atilde;o d&aacute; dinheiro? A iniciativa privada &eacute; movida pelo lucro&rdquo;, completa o deputado.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\"><strong style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">Compromisso<\/strong><\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">O deputado estadual Wagner Siqueira (PMDB), Waguinho, afirma que o governo precisa &ldquo;empenhar a palavra dita na campanha&rdquo; e que &ldquo;o recado das urnas foi diferente&rdquo;. Waguinho cita o exemplo de que a iniciativa privada pode deixar de prestar servi&ccedil;os &agrave; popula&ccedil;&atilde;o caso o investimento necess&aacute;rio n&atilde;o d&ecirc; lucro para a empresa.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">O peemedebista cita o caso da Celg como exemplo. &ldquo;Como vai privatizar 49% da Celg, empresa de fomento? Como fazer quando precisa de interven&ccedil;&atilde;o para uma regi&atilde;o e n&atilde;o tiver o interesse econ&ocirc;mico do parceiro? N&atilde;o d&aacute; lucro, usu&aacute;rios n&atilde;o s&atilde;o tantos para compensar o investimento e v&atilde;o pensar duas vezes antes de injetar dinheiro. Empresa estatal tem como objetivo prestar um servi&ccedil;o de qualidade &agrave; popula&ccedil;&atilde;o&rdquo;, afirma Waguinho.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">Como alternativa &agrave; situa&ccedil;&atilde;o financeira das empresas, o deputado sugere corte de gastos radical para reverter o quadro. Classificando-se como &ldquo;fiscal do povo&rdquo;, Waguinho afirma que considera algumas parcerias interessantes para o Estado e est&aacute; na &ldquo;torcida para que Marconi fa&ccedil;a um bom governo&rdquo;, mas &eacute; contr&aacute;rio &agrave; desestatiza&ccedil;&atilde;o de empresas que prestem servi&ccedil;os essenciais ao povo, como saneamento b&aacute;sico, energia e medicamentos.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\"><strong style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\"><span style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline;\">Presidente da Agetop defende parceria para rodovias<\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">O presidente da Ag&ecirc;ncia Goiana de Transportes e Obras, Jayme Rincon, diz que o corpo t&eacute;cnico do &oacute;rg&atilde;o j&aacute; est&aacute; estudando a realiza&ccedil;&atilde;o de Parcerias P&uacute;blico-Privadas (PPPs) para algumas rodovias no Estado. O motivo, na exlica&ccedil;&atilde;o de Rincon, &eacute; simples: o governo n&atilde;o tem condi&ccedil;&otilde;es de investir na estrutura rodovi&aacute;ria do Estado.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&ldquo;N&atilde;o temos dinheiro em caixa para investir na malha vi&aacute;ria que est&aacute; deteriorada e o Estado n&atilde;o tem condi&ccedil;&otilde;es de contrair empr&eacute;stimos. Al&eacute;m disso, a verba para os pr&oacute;ximos dois anos ser&aacute; utilizada para a manuten&ccedil;&atilde;o das rodovias&rdquo;, completa. O presidente da Agetop defende a realiza&ccedil;&atilde;o das parcerias com o argumento de que a realiza&ccedil;&atilde;o de PPP\u00b4s &eacute; uma tend&ecirc;ncia no Pa&iacute;s. Rincon tamb&eacute;m cita as rodovias de S&atilde;o Paulo, Minas Gerais e Santa Catarina, &ldquo;que s&atilde;o quase todas privatizadas&rdquo;.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">O presidente da Agetop afirma est&aacute; estudando um modelo de parceria que n&atilde;o seja &ldquo;danoso ao usu&aacute;rio&rdquo; e que preste um servi&ccedil;o de qualidade ao cidad&atilde;o. &ldquo;Ser&aacute; cobrado um ped&aacute;gio justo. Afinal, &eacute; melhor ter uma rodovia segura, moderna ou n&atilde;o pagar nada e ter uma rodovia sem sinaliza&ccedil;&atilde;o e esburacada? Ped&aacute;gio &eacute; cobrado no mundo inteiro, Goi&aacute;s &eacute; exce&ccedil;&atilde;o&rdquo;, afirma.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\"><strong style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">Iquego&nbsp;<\/strong><\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">O presidente da Ind&uacute;stria Qu&iacute;mica do Estado de Goi&aacute;s (Iquego), Olier Alves, afirma que trabalha para encontrar uma alternativa que resolva o d&eacute;ficit financeiro da Iquego com a maior urg&ecirc;ncia. Olier explica que o problema da Iquego &eacute; pior que o da Celg e da Sanego, pois n&atilde;o tem recursos nem para o fluxo de caixa da companhia.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&ldquo;A f&aacute;brica n&atilde;o funciona, n&atilde;o tem recursos para quitar folha dos funcion&aacute;rios, n&atilde;o possui as certid&otilde;es negativas e preciso de um fluxo de caixa para resolver esses problemas e voltar a produzir medicamentos. A Iquego n&atilde;o suporta uma alternativa demorada&rdquo;, completa.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">A ind&uacute;stria possui d&iacute;vida de R$ 70 bilh&otilde;es, mas Olier acredita que com um investimento inicial de R$ 26 milh&otilde;es &eacute; poss&iacute;vel conseguir as certid&otilde;es negativas, retomar a linha de produ&ccedil;&atilde;o da empresa, quitar pagamentos atrasados e comprar insumos m&eacute;dicos. &ldquo;Tenho que revitalizar a ind&uacute;stria e lidar com a burocracia.&rdquo;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">Olier revela que algumas empresas do setor farmoqu&iacute;mico est&atilde;o interessadas em adquirir parte das a&ccedil;&otilde;es da Iquego e j&aacute; solicitaram informa&ccedil;&otilde;es iniciais sobre a realidade da empresa. No entanto, o processo de an&aacute;lise e levantamento da situa&ccedil;&atilde;o real da Iquego pode levar at&eacute; um ano. &ldquo;Pediram informa&ccedil;&otilde;es iniciais para depois aprofundarem. Mas &eacute; um processo demorado.&rdquo;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\"><strong style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\"><span style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline;\">Parcerias para pra&ccedil;as esportivas<\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">Na pauta de investimentos do governo Marconi Perillo (PSDB), constam melhorias em pra&ccedil;as esportivas do Estado. O secret&aacute;rio de Esporte e Lazer, Jos&eacute; Roberto de Athayde Filho, explica que o governo pediu algumas prioridades para o in&iacute;cio da gest&atilde;o: reforma do Aut&oacute;dromo Internacional Ayrton Senna e do Est&aacute;dio Serra Dourada.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">Tr&ecirc;s hip&oacute;teses s&atilde;o estudadas para o aut&oacute;dromo: valor da reforma para manter o aut&oacute;dromo no mesmo local; possibilidade de parceria para a reforma do complexo; e quanto custaria construir um novo aut&oacute;dromo em outro local. &quot;O governador quer que apresentemos duas ou tr&ecirc;s alternativas para o Conselho Estadual de Investimentos, Parcerias e Desestatiza&ccedil;&otilde;es (Cipad). Entre elas estudamos se &eacute; vi&aacute;vel construir um aut&oacute;dromo ou reformar o atual&quot;, completa Athayde.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">Em rela&ccedil;&atilde;o ao Serra Dourada, o presidente da Agel afirma que nenhuma empresa privada tem interesse em geri-lo, &ldquo;pois s&oacute; d&aacute; gasto, n&atilde;o tem lucro&rdquo;. A inten&ccedil;&atilde;o do governador &eacute; reformar o Serra Dourada conforme as exig&ecirc;ncias da Federa&ccedil;&atilde;o Internacional de Futebol (Fifa) para a Copa do Mundo de 2014. Marconi est&aacute; em negocia&ccedil;&atilde;o com a Confedera&ccedil;&atilde;o Brasileira de Futebol (CBF) para que Goi&acirc;nia seja cidade-sede.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">No entanto, Athayde pretende fazer investimentos que atendam &agrave;s exig&ecirc;ncias dos campeonatos nacionais, j&aacute; que considera o modelo Fifa exagerado. Ele conta que s&atilde;o necess&aacute;rios por volta de R$ 160 milh&otilde;es para reformar o est&aacute;dio. Esse investimento seria escalonado nos quatro anos do governo e atenderia as &aacute;reas de seguran&ccedil;a, tecnologia para a compra de ingressos, melhorias no estacionamento, entre outras a&ccedil;&otilde;es. Para isso, Athayde tenta conseguir a libera&ccedil;&atilde;o de emendas parlamentares para a realiza&ccedil;&atilde;o das obras. &ldquo;O plano de investimentos, infelizmente, tem uma dualidade: a do sonho, de trazer a Copa a Goi&acirc;nia, versus a realidade, que &eacute; a falta de recursos.&rdquo;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\"><strong style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\"><span style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline;\">Economistas divergem sobre a necessidade de privatiza&ccedil;&atilde;o<\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\"><span style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; color: rgb(169, 169, 169);\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/www.jornalopcao.com.br\/arquivos\/images\/1858\/walter.jpg\" style=\"margin: 5px 10px; padding: 0px; border: 1px solid; outline: 0px; vertical-align: baseline; float: left; width: 320px; height: 258px;\" \/><\/span>A discuss&atilde;o sobre desestatiza&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m gera questionamentos entre economistas. O tema n&atilde;o &eacute; consenso e h&aacute; quem defenda a necessidade de parcerias com o setor privado e os estudiosos que defendem a total autonomia do Estado sobre a gest&atilde;o das empresas p&uacute;blicas.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">Para o economista Valter Marin, o Estado tem que oferecer condi&ccedil;&otilde;es estruturais para que empresas ofereceram servi&ccedil;os &agrave; popula&ccedil;&atilde;o. Na vis&atilde;o do economista, n&atilde;o &eacute; fun&ccedil;&atilde;o do Estado produzir bens e servi&ccedil;os. &ldquo;O Estado &eacute; um p&eacute;ssimo empres&aacute;rio, n&atilde;o administra tendo em vista a efici&ecirc;ncia.&rdquo; Marin acredita que o PSDB deveria ter defendido o modelo de privatiza&ccedil;&atilde;o do governo Fernando Henrique Cardoso.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">O economista cita melhorias que aconteceram nas &aacute;reas de telefonia e minera&ccedil;&atilde;o, por exemplo. Uma das empresas que obtiveram sucesso, na opini&atilde;o de Marin, foi a Vale, que hoje paga bem mais de impostos &agrave; Uni&atilde;o do que arrecadava quando era empresa p&uacute;blica. &ldquo;Voc&ecirc; imagina hoje em Goi&aacute;s como seria o servi&ccedil;o da antiga Telegoi&aacute;s? Analise o avan&ccedil;o que houve na &aacute;rea&rdquo;, completa. O economista tamb&eacute;m &eacute; a favor da cobran&ccedil;a de ped&aacute;gio nas rodovias. Segundo ele, no modelo atual, &ldquo;toda sociedade paga, mas tem gente que n&atilde;o viaja. O justo &eacute; s&oacute; quem precisar viajar pagar pelo servi&ccedil;o que &eacute; manter uma rodovia em boas condi&ccedil;&otilde;es de tr&aacute;fego.&rdquo;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">Para o economista Goyaz do Araguaia Leite, o Estado n&atilde;o deve pensar apenas na obten&ccedil;&atilde;o do lucro. O mais importante, defende o economista, &eacute; a presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;o de qualidade &agrave; popula&ccedil;&atilde;o. &ldquo;N&atilde;o tem como tratar &oacute;rg&atilde;os estatais apenas como empresas que t&ecirc;m lucro ou n&atilde;o t&ecirc;m lucro. Se isso acontecer, pode levar a popula&ccedil;&atilde;o a buscar outros meios para obter servi&ccedil;os, como liga&ccedil;&atilde;o clandestina de energia. Ou ent&atilde;o as pessoas v&atilde;o &agrave; pobreza total.&rdquo;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">A presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os com qualidade &agrave; popula&ccedil;&atilde;o, por mais que ocasione preju&iacute;zo financeiro aos governos, se transforma em capital pol&iacute;tico-eleitoral e cria uma identidade de gest&atilde;o do chefe do Executivo. Vide, por exemplo, Iris Rezende (PMDB), conhecido como o pol&iacute;tico dos mutir&otilde;es e constru&ccedil;&atilde;o de casas populares durante seus mandatos. O governador Marconi Perillo (PSDB), por sua vez, &eacute; conhecido pela modernidade implementada na gest&atilde;o p&uacute;blica.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">Segundo Goyaz do Araguaia, os governos precisam fazer um relat&oacute;rio completo sobre a realidade da empresa e bater &agrave;s portas do governo federal para conseguir o apoio financeiro para realizar os investimentos necess&aacute;rios. &ldquo;Governo tem que ter mais ousadia. &Eacute; preciso convocar a popula&ccedil;&atilde;o, criar fatos pol&iacute;ticos, capitalizar essa insatisfa&ccedil;&atilde;o no sentido de pressionar o governo federal para sair dessa armadilha que o vincula &agrave;s l&oacute;gicas dos interesses internacionais&rdquo;, completa.<\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;Fotos: Fernando Leite\/Jornal Op&ccedil;&atilde;o S&atilde;o necess&aacute;rios R$ 160 milh&otilde;es para a reforma do Est&aacute;dio Serra Dourada: Inten&ccedil;&atilde;o do governador Marconi Perillo &eacute; arrumar o local [&#8230;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[60],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/luiscesarbueno.com.br\/lcb\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26717"}],"collection":[{"href":"https:\/\/luiscesarbueno.com.br\/lcb\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/luiscesarbueno.com.br\/lcb\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/luiscesarbueno.com.br\/lcb\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/luiscesarbueno.com.br\/lcb\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=26717"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/luiscesarbueno.com.br\/lcb\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26717\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/luiscesarbueno.com.br\/lcb\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=26717"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/luiscesarbueno.com.br\/lcb\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=26717"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/luiscesarbueno.com.br\/lcb\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=26717"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}