﻿{"id":26666,"date":"2011-02-20T00:00:00","date_gmt":"2011-02-20T03:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/luiscesarbueno.com.br\/lcb\/oposicao-morna-na-assembleia\/"},"modified":"2011-02-20T00:00:00","modified_gmt":"2011-02-20T03:00:00","slug":"oposicao-morna-na-assembleia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/luiscesarbueno.com.br\/lcb\/oposicao-morna-na-assembleia\/","title":{"rendered":"Oposi\u00e7\u00e3o morna na Assembleia"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<span style=\"background-color: rgb(242, 242, 242); font-size: 9px; font-family: Georgia, \u00b4Times New Roman\u00b4, Times, serif; line-height: 12px;\">&eacute;rgio R. S. Rocha<\/span><\/p>\n<div class=\"post-img\" style=\"margin: 0px 10px 10px 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; float: left; max-width: 620px; overflow: hidden; font-family: Georgia, \u00b4Times New Roman\u00b4, Times, serif; line-height: 12px;\">\n<div class=\"post-img-url\" style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.jornalopcao.com.br\/arquivos\/images\/1859\/wagner.jpg\" border=\"0\" style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\" alt=\"\" \/><\/div>\n<div class=\"post-img-descricao\" style=\"margin: 0px; padding: 4px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 10px; vertical-align: baseline; background-color: rgb(242, 242, 242); text-shadow: rgb(242, 242, 242) 0px 1px 1px;\">Deputado Waguinho Siqueira: tom mais forte se comparado ao<br \/> discurso do companheiro de partido Francisco J&uacute;nior<\/div>\n<\/p><\/div>\n<div class=\"conteudo\" style=\"margin: 0px 0px 20px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 13px; vertical-align: baseline; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 15px;\">\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\"><strong style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">Jos&eacute; C&aacute;cio J&uacute;nior<\/strong><\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">A primeira semana de trabalho da 17&ordf; legislatura da Assembleia Legislativa frustrou aqueles que imaginavam que a oposi&ccedil;&atilde;o iria atuar de forma mais contundente em rela&ccedil;&atilde;o ao governo Marconi Perillo (PSDB). A maioria dos discursos foi voltada &agrave; a&ccedil;&atilde;o da Pol&iacute;cia Federal (PF), chamada 6&ordm; Mandamento, que prendeu 19 policiais militares na ter&ccedil;a-feira, 15, suspeitos de participarem de grupo de exterm&iacute;nio no Estado. As raras cr&iacute;ticas, quando apresentadas, eram sobre problemas pontuais que n&atilde;o dizem respeito diretamente &agrave; gest&atilde;o de Marconi, como a situa&ccedil;&atilde;o prec&aacute;ria das estradas que est&atilde;o sem investimentos ou escolas que come&ccedil;aram a ser constru&iacute;das h&aacute; 20 anos, mas n&atilde;o foram conclu&iacute;das. A reportagem acompanhou a primeira semana de trabalho in loco na Assembleia e a impress&atilde;o que fica, at&eacute; o momento, &eacute; que a oposi&ccedil;&atilde;o n&atilde;o encontrou seu caminho.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">O deputado Francisco J&uacute;nior (PMDB), durante discurso em que representou os parlamentares de oposi&ccedil;&atilde;o na primeira sess&atilde;o da atual legislatura, disse que a fun&ccedil;&atilde;o de seus pares &eacute; fiscalizar as a&ccedil;&otilde;es do governo e cobrar melhor efici&ecirc;ncia na presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os &agrave; popula&ccedil;&atilde;o. Francisco tamb&eacute;m cobrou de Marconi o cumprimento de propostas feitas durante a campanha e afirmou que a oposi&ccedil;&atilde;o, mesmo que aponte as irregularidades do governo, saber&aacute; reconhecer as a&ccedil;&otilde;es de Marconi que tragam benef&iacute;cios &agrave; popula&ccedil;&atilde;o, em um discurso ameno.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">Francisco tamb&eacute;m disse que, &ldquo;apesar de alguns se considerarem especialistas no assunto (em ser oposi&ccedil;&atilde;o), n&atilde;o h&aacute; f&oacute;rmula pronta, especialmente quando se &eacute; minoria&rdquo;. Antes de citar Ulysses Guimar&atilde;es, que dizia que &ldquo;n&atilde;o se pode fazer pol&iacute;tica com o f&iacute;gado, conservando o rancor e o ressentimento na geladeira&rdquo;, Francisco afirmou que a oposi&ccedil;&atilde;o n&atilde;o poderia adotar um discurso raivoso e vingativo, fazendo com que seu grupo n&atilde;o perdesse tamanho ao protagonizar &ldquo;pe&ccedil;as teatrais&rdquo; no plen&aacute;rio.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">Em meio a v&aacute;rios discursos em que os deputados parabenizavam uns aos outros pelo novo mandato ou pela elei&ccedil;&atilde;o da nova mesa diretora, alguns parlamentares utilizavam a oportunidade para apresenta&ccedil;&atilde;o de projetos e requerimentos ao presidente Jardel Sebba (PSDB) para dar forma aos discursos de oposi&ccedil;&atilde;o ao Pal&aacute;cio das Esmeraldas. O deputado Luis Cesar Bueno (PT) foi um dos que aproveitou esses momentos.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">Luis Cesar apresentou requerimentos que determinam que empresas p&uacute;blicas como Celg Telecom e a Ind&uacute;stria Qu&iacute;mica do Estado de Goi&aacute;s (Iquego) divulguem todo m&ecirc;s seus balan&ccedil;os financeiros. O objetivo, explicou o petista, &eacute; uma maior fiscaliza&ccedil;&atilde;o por parte do Legislativo, para blindar as estatais de a&ccedil;&otilde;es que possam caracterizar m&aacute; gest&atilde;o por parte do poder p&uacute;blico.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">Alguns deputados, no entanto, utilizavam a tribuna para solicitar investimentos ao governador Marconi em problemas pontuais. Caso de Karlos Cabral (PT), que afirmou que existem obras de escolas estaduais em Rio Verde que foram iniciadas h&aacute; 25 anos, mas n&atilde;o foram conclu&iacute;das. A cr&iacute;tica, nesse ponto, engloba, al&eacute;m da atual gest&atilde;o de Marconi e seus dois mandatos anteriores, a administra&ccedil;&atilde;o de Alcides Rodrigues (PP), Maguito Vilela (PMDB) e Iris Rezende (PMDB), por exemplo.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\"><strong style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">Caminho<\/strong><\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">Um fato curioso, que marcou o discurso do deputado Frederico Nascimento (PTN), mostra que a oposi&ccedil;&atilde;o est&aacute; um pouco perdida no in&iacute;cio do mandato. Ele apresentou requerimento cobrando do prefeito de Goi&acirc;nia, Paulo Garcia (PT), a conclus&atilde;o de uma escola no Bairro Nova Esperan&ccedil;a. N&atilde;o que o deputado esteja errado. Mas o mais correto seria que uma cobran&ccedil;a dessa natureza, pela inst&acirc;ncia de poder, fosse apresentada na C&acirc;mara de Vereadores de Goi&acirc;nia e n&atilde;o na Assembleia.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">Outro fato mostra que o deputado Francisco Gedda (PTN) tamb&eacute;m n&atilde;o escolheu, at&eacute; o momento, a melhor forma de fazer oposi&ccedil;&atilde;o. Ele apresentou requerimento solicitando ao governador Marconi investimentos na GO-164, na regi&atilde;o de Nova Crix&aacute;s (que fica a 392 km de Goi&acirc;nia), pois a rodovia se encontra em situa&ccedil;&atilde;o prec&aacute;ria. Gedda disse que a regi&atilde;o, por ser um dos maiores celeiros de produ&ccedil;&atilde;o do Estado, precisa contar com um programa de recupera&ccedil;&atilde;o e de realiza&ccedil;&atilde;o de investimentos na malha vi&aacute;ria. Apesar de ser uma cobran&ccedil;a pontual, que tamb&eacute;m precisa ser atendida por Marconi, a reivindica&ccedil;&atilde;o acaba se tornando uma cr&iacute;tica velada ao ex-governador Alcides, parceiro de Gedda, que foi presidente da Metrobus durante o governo do pepista &mdash; cargo que tem status de secret&aacute;rio.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">Essas primeiras atua&ccedil;&otilde;es dos dois deputados do PTN e do petista Cabral refor&ccedil;am a tese do deputado Humberto Aidar (PT), que coloca em d&uacute;vida o tamanho da oposi&ccedil;&atilde;o durante o restante do mandato. Aidar afirmou nessa primeira semana que durante o passar do tempo, o peso da bancada que &eacute; advers&aacute;ria pol&iacute;tica de Marconi no Parlamento pode n&atilde;o ser o mesmo.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">Nos bastidores, comenta-se que Frederico e Gedda, por exemplo, n&atilde;o devem se opor de forma contundente ao governo tucano. Gedda foi um dos principais auxiliares de Alcides e Frederico &eacute; filho do ex-secret&aacute;rio de Planejamento da gest&atilde;o passada, Oton Nascimento, um dos principais cargos administrativo de qualquer grupo pol&iacute;tico. Al&eacute;m deles, n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel determinar ainda a posi&ccedil;&atilde;o do deputado Misael Oliveira (PDT) em rela&ccedil;&atilde;o ao governo de Marconi. Vale lembrar que Misael j&aacute; declarou publicamente que na elei&ccedil;&atilde;o passada votou no tucano para governador.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\"><strong style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">Emendas&nbsp;<\/strong><\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">Caso engrossem as cr&iacute;ticas em rela&ccedil;&atilde;o ao governo, pol&iacute;ticos que s&atilde;o minoria na Casa, como os parlamentares do PTN, podem ter dificuldade para libera&ccedil;&atilde;o de emendas, fazendo com que suas bases eleitorais n&atilde;o sejam atendidas com investimentos ou realiza&ccedil;&atilde;o de obras. Por isso, o fator oposi&ccedil;&atilde;o &eacute; colocado em d&uacute;vida nos corredores da Assembleia. Embora declarem publicamente que a disputa eleitoral j&aacute; encerrou, parte dos integrantes da oposi&ccedil;&atilde;o sabe que dentro do jogo pol&iacute;tico, a atua&ccedil;&atilde;o da bancada partid&aacute;ria reflete na realiza&ccedil;&atilde;o de investimentos e libera&ccedil;&atilde;o de emendas parlamentares.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;O deputado peemedebista Wagner Siqueira, conhecido como Waguinho, era um dos parlamentares da oposi&ccedil;&atilde;o que utilizaram um discurso mais pesado contra Marconi. A fala de Waguinho teve tamb&eacute;m um tom mais forte, se comparado com o de seu companheiro de partido Francisco J&uacute;nior. Detalhes como esse mostram que o PMDB continua rachado e que a bancada n&atilde;o adotou o mesmo discurso em rela&ccedil;&atilde;o ao governo.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">O teor do pronunciamento de Waguinho foi o mesmo do adotado pelo partido desde a derrota eleitoral em outubro. Ele lembrou que os votos recebidos pelo PMDB gabaritam a sigla para atuar como oposi&ccedil;&atilde;o e que agora o governador precisa cumprir alguns compromissos feitos durante a campanha.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">O tema mais tratado por Waguinho foi a desestatiza&ccedil;&atilde;o. O peemedebista citou as justificativas de Marconi, que afirma ter assumido o Estado com d&eacute;ficit financeiro, mas disse que o governador n&atilde;o pode escolher uma &ldquo;sa&iacute;da dr&aacute;stica&rdquo; como a privatiza&ccedil;&atilde;o, pois Marconi &ldquo;fez o compromisso de n&atilde;o entregar o patrim&ocirc;nio p&uacute;blico &agrave; iniciativa privada durante a campanha&rdquo;. Waguinho defende a tese de que empresas particulares visam o lucro e, por isso, n&atilde;o t&ecirc;m o interesse em oferecer um servi&ccedil;o de qualidade &agrave; popula&ccedil;&atilde;o, uma prerrogativa do poder p&uacute;blico.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">Nessa quest&atilde;o de privatiza&ccedil;&atilde;o, o petista Karlos Cabral tamb&eacute;m deu seu pitaco durante a semana. Ele disse que vai apresentar emenda &agrave; Constitui&ccedil;&atilde;o do Estado, para que a Assembleia Legislativa seja ouvida, antes de o governo efetuar qualquer privatiza&ccedil;&atilde;o. &ldquo;A nossa emenda reza que qualquer privatiza&ccedil;&atilde;o seja feita ouvindo a Assembleia Legislativa, que &eacute; a casa povo. Acredito que assim come&ccedil;aremos a dar uma linha mais participativa no governo.&rdquo;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">Cabral entende que a renova&ccedil;&atilde;o de mais de 50% dos deputados estaduais &eacute; um recado do povo para que a Assembleia Legislativa estabele&ccedil;a uma forma diferente de relacionamento do Poder Legislativo com o Executivo e a sociedade. &ldquo;A gente fica triste quando v&ecirc; a Assembleia aprovar iniciativa do governo em que ela perde um pouco de seu espa&ccedil;o para o pr&oacute;prio Executivo, mas acima de tudo estou confiante de que ainda podemos fazer algumas a&ccedil;&otilde;es em prol do desenvolvimento do Estado.&rdquo;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\"><strong style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">Opera&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">A a&ccedil;&atilde;o da PF denominada 6&deg; Mandato foi o tema mais discutido nas sess&otilde;es da Assembleia. O deputado Mauro Rubem (PT), que milita em favor dos direitos humanos, disse que al&eacute;m de &ldquo;punir a banda podre&rdquo; &eacute; necess&aacute;rio realizar uma mudan&ccedil;a no modelo de Seguran&ccedil;a P&uacute;blica do Estado.<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">Para isso, Mauro Rubem pediu ajuda &agrave; ministra de Direitos Humanos, Maria do Ros&aacute;rio, alegando que a quest&atilde;o de seguran&ccedil;a p&uacute;blica, por ser um problema de todos as regi&otilde;es, precisa ser tratada em conjunto pelos munic&iacute;pios, Estados e Uni&atilde;o. A federaliza&ccedil;&atilde;o da seguran&ccedil;a p&uacute;blica foi um tema bem discutido durante a elei&ccedil;&atilde;o do ano passado.&nbsp;Uma das plataformas do candidato derrotado Jos&eacute; Serra (PSDB) era a cria&ccedil;&atilde;o do Minist&eacute;rio da Seguran&ccedil;a P&uacute;blica, enquanto que Dilma Rousseff (PT) dizia que instalaria por todo o Pa&iacute;s Unidades de Pol&iacute;cia Pacificadora (UPP).<\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&eacute;rgio R. S. 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