﻿{"id":26646,"date":"2013-01-05T00:00:00","date_gmt":"2013-01-05T02:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/luiscesarbueno.com.br\/lcb\/pt-avalia-possibilidade-de-lancar-nome-proprio-ao-governo\/"},"modified":"2013-01-05T00:00:00","modified_gmt":"2013-01-05T02:00:00","slug":"pt-avalia-possibilidade-de-lancar-nome-proprio-ao-governo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/luiscesarbueno.com.br\/lcb\/pt-avalia-possibilidade-de-lancar-nome-proprio-ao-governo\/","title":{"rendered":"PT avalia possibilidade de lan\u00e7ar nome pr\u00f3prio ao governo"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<strong style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 15px; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">Frederico Vitor<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin: 0px 0px 15px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 13px; vertical-align: baseline; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 15px;\">O PT avalia que deve lan&ccedil;ar candidatura pr&oacute;pria a governador em 2014. Pelo menos este &eacute; o consenso entre as principais lideran&ccedil;as do partido. &Eacute; fato que a legenda saiu fortalecida das &uacute;ltimas elei&ccedil;&otilde;es municipais e, a partir de 2013, comandar&aacute; os dois maiores PIBs do Estado: Goi&acirc;nia, com Paulo Garcia, e An&aacute;polis, com Ant&ocirc;nio Gomide. Mas, como na pol&iacute;tica tudo muda muito r&aacute;pido, os petistas precisar&atilde;o de uma boa t&aacute;tica para ter as circunst&acirc;ncias a favor de um projeto estadual. O PMDB, o principal aliado &mdash; na esfera federal e regional &mdash; tem o mesmo projeto de poder.<\/p>\n<p> Em 2013 ser&atilde;o 2 milh&otilde;es de goianos governados por administra&ccedil;&otilde;es comandada pelos petistas. Se forem considerados fatores geogr&aacute;ficos, o eixo Goi&acirc;nia-An&aacute;polis-Bras&iacute;lia se confirmar&aacute; como o &ldquo;eixo do PT&rdquo;. S&atilde;o aproximadamente 4 milh&otilde;es de brasileiros administrados pelo partido, em pleno Planalto Central.&nbsp; &Eacute; uma for&ccedil;a inconteste, e os quadros que ocupam status de lideran&ccedil;a vislumbram al&ccedil;ar voos maiores em 2014. A mobiliza&ccedil;&atilde;o interna de militantes e li&shy;deran&ccedil;as j&aacute; come&ccedil;ou.<\/p>\n<p> Ser&aacute; necess&aacute;ria uma costura pol&iacute;tica que n&atilde;o seja traum&aacute;tica para que petistas e peemedebistas formem uma alian&ccedil;a sem fraturas e desconfian&ccedil;as. A c&uacute;pula de ambos os partidos v&atilde;o buscar uma conformidade para que a oposi&ccedil;&atilde;o n&atilde;o sofra uma nova derrota para o PSDB de Mar&shy;coni Perillo. O PMDB, provavelmente, lan&ccedil;ar&aacute; candidatura ao governo nas pr&oacute;ximas elei&ccedil;&otilde;es. Isso pelo peso da legenda e pela import&acirc;ncia das bases eleitorais consolidadas pelo interior do Estado.&nbsp; Mas o que est&aacute; em an&aacute;lise &eacute; o PT, o partido mais votado em Goi&aacute;s em 2012.<\/p>\n<p> O eleitor goiano, pela primeira vez, est&aacute; depositando confian&ccedil;a no projeto pol&iacute;tico da legenda. Nunca antes na hist&oacute;ria pol&iacute;tica de Goi&aacute;s foram eleitos tantos prefeitos petistas como neste ano. Poucas vezes o partido esteve em condi&ccedil;&otilde;es t&atilde;o favor&aacute;veis como agora. O PT entra em 2013 com ao menos 16 integrantes ocupando o Executivo de diversos munic&iacute;pios goianos. Al&eacute;m disso, conseguiu 146 cadeiras em c&acirc;maras municipais e 24 vice-prefeitos, inclusive o de Aparecida de Goi&acirc;nia, o segundo maior col&eacute;gio eleitoral do Estado. Luzi&acirc;nia, a maior cidade da regi&atilde;o do Entorno do Distrito Federal, ter&aacute; vice-prefeito petista.<\/p>\n<p> At&eacute; mesmo a cidade de Goi&aacute;s, tradicional reduto de for&ccedil;as pol&iacute;ticas conservadoras, ser&aacute; governada por uma petista: Selma Bastos. Valpara&iacute;so, outro relevante munic&iacute;pio do Entorno, ser&aacute; administrada por Lucimar Nascimento, quadro importante da sigla. Antes, o partido lan&ccedil;ava candidatura ao governo estadual para demarcar posi&ccedil;&atilde;o. O mo&shy;mento &eacute; t&atilde;o favor&aacute;vel que agora, se de fato houver uma candidatura petista como cabe&ccedil;a de chapa, as chances de vit&oacute;ria seriam as maiores de toda a saga da legenda no Estado.&nbsp;<\/p>\n<p> A sigla sempre teve um hist&oacute;rico de lan&ccedil;ar candidaturas ao governo do Estado em Goi&aacute;s, exceto por duas oportunidades em que as alian&ccedil;as pol&iacute;ticas ocasionaram tais hiatos. As elei&ccedil;&otilde;es de 1982 marcou a estreia do PT na corrida pelo Pal&aacute;cio das Esmeraldas, com a candidatura de Athos Magno Costa e Silva.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p> Em 1986 foi a vez de Darci Accorsi. Em 1990 era Valdi Camarcio o respons&aacute;vel por de&shy;fender a posi&ccedil;&atilde;o do partido no Estado. Em 1994, o empres&aacute;rio Luiz Ant&ocirc;nio de Carvalho foi vencido por Ronaldo Caiado (DEM, &agrave; &eacute;poca PFL), L&uacute;cia V&acirc;nia (PSDB) e Maguito Vilela (PMDB). Em 1998, Osmar Magalh&atilde;es foi derrotado por Marconi e Iris Rezende. Em 2002 era lan&ccedil;ada a candidatura de Marina Sant&rsquo;anna, tamb&eacute;m vencida pelo &ldquo;tempo novo&rdquo; e &ldquo;tempo velho&rdquo;.<\/p>\n<p> Em 2006 o PT comp&ocirc;s com a chamada terceira via &mdash; PSB, PDT e PCdoB &mdash; apoiando Barbosa Neto (PSB), e em 2010, tamb&eacute;m abriria m&atilde;o de candidatura pr&oacute;pria para apoiar Iris Rezende. Entretanto, h&aacute; experi&ecirc;ncia acumulada ao longo dos anos. Se o ditado diz que o que n&atilde;o derruba fortalece, os petistas devem buscar uma alian&ccedil;a enrijecida com os partidos que comp&otilde;em a oposi&ccedil;&atilde;o em Goi&aacute;s, pois Marconi, um expert em viradas pol&iacute;ticas, ter&aacute; condi&ccedil;&otilde;es de chegar em 2014 fortalecido.<\/p>\n<p> Mas, afinal, existe um novo PT em meio a ambiente prop&iacute;cio para, por fim, chegar ao poder em Goi&aacute;s? H&aacute; quem garanta que sim. O radicalismo de outrora perdeu &ecirc;nfase internamente, exceto nas cr&iacute;ticas ao atual governo. De 2008 para c&aacute;, a sigla vem apostando em alian&ccedil;as, em especial com um antigo advers&aacute;rio, o PMDB. Mas, ambos viram que para derrotar um inimigo em comum era necess&aacute;rio deixar de lado as diferen&ccedil;as e unir for&ccedil;as para cercar o rival que, em 2014, completar&aacute; o ciclo de16 anos de supremacia pol&iacute;tica no Estado, com perspectivas de completar duas d&eacute;cadas no poder.<\/p>\n<p> O prefeito Paulo Garcia re&shy;presenta a mudan&ccedil;a de comportamento pol&iacute;tico do PT em Goi&aacute;s. Com sua vit&oacute;ria, somada &agrave; reelei&ccedil;&atilde;o de forma avassaladora de Ant&ocirc;nio Gomide em An&aacute;polis, a c&uacute;pula acredita que a sigla atingiu o amadurecimento necess&aacute;rio para chegar ao governo estadual. &Eacute; bom lembrar que historicamente o partido sempre enfrentou forte resist&ecirc;ncia nos munic&iacute;pio do interior. Mas com vit&oacute;rias importantes em regi&otilde;es sem experi&ecirc;ncias petistas e com a ascens&atilde;o de diversos prefeitos, vices e vereadores que ganharam renome, os quadros pensantes da legenda apostam que o sucesso eleitoral dever&aacute; se repetir em 2014.<\/p>\n<p> Se o PMDB vier a apoiar um candidato do PT para o governo, o nome mais prov&aacute;vel seria o de Paulo Garcia. Isso porque ele &eacute; o petista mais pr&oacute;ximo de Iris e, naturalmente, de maior confian&ccedil;a. O cacique peemedebista tem atritos com Rubens Otoni, irm&atilde;o de Ant&ocirc;nio Go&shy;mide. Al&eacute;m da afinidade de Iris por Paulo, h&aacute; tamb&eacute;m o fato de que se o petista deixar a prefeitura da Capital para a disputa estadual, seu vice, Agenor Ma&shy;riano (PMDB), assumiria a Prefeitura de Goi&acirc;nia. Al&eacute;m de devolver o principal munic&iacute;pio goiano ao PMDB e se tornaria, automaticamente, o candidato natural em 2016.<\/p>\n<p> A renova&ccedil;&atilde;o do PMDB passa pela consolida&ccedil;&atilde;o do PT como alternativa vi&aacute;vel na disputa pelo governo do Estado. &Eacute; o PT que, se eleger o governador, devolver&aacute; pelo menos parte do poder aos peemedebistas. Por isso tudo, n&atilde;o seria exagero dizer que Paulo &eacute;, desde j&aacute;, o &ldquo;plano B&rdquo;, sen&atilde;o do PMDB, pelo menos de Iris, caso ele pr&oacute;prio, realmente, n&atilde;o tenha condi&ccedil;&otilde;es de sair candidato. H&aacute; outros fatores que poder&atilde;o jogar a favor da empreitada petista rumo ao Pal&aacute;cio das Esmeraldas. J&uacute;nior do Friboi (PSB), um pretenso pr&eacute;-candidato ao governo, poderia desistir, abrindo caminho ao PT, caso a dire&ccedil;&atilde;o nacional dos socialistas decida compor com Dilma no plano federal.<\/p>\n<p> Tudo ainda est&aacute; em aberto. Todavia, o PT n&atilde;o hesitaria em se lan&ccedil;ar na aventura de uma candidatura na cabe&ccedil;a de chapa liderando uma ampla alian&ccedil;a. A lideran&ccedil;a petista vislumbra uma candidatura com apoio do governo federal e das tr&ecirc;s principais prefeituras do Estado &mdash; Goi&acirc;nia, Aparecida de Goi&acirc;nia e An&aacute;polis &mdash; al&eacute;m de duas importantes municipalidades do Entorno, regi&atilde;o estrat&eacute;gica que decide elei&ccedil;&otilde;es.&nbsp; No af&atilde; de pela primeira vez na hist&oacute;ria, com possibilidades reais de ganhar o Pal&aacute;cio das Esmeraldas, os petistas n&atilde;o escodem que est&aacute; na hora de partir para o confronto aberto com o PSDB pela hegemonia pol&iacute;tica em Goi&aacute;s.<\/p>\n<p> <span style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline;\"><strong style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">Estrat&eacute;gia &eacute;&nbsp;explorar desgaste<\/strong><\/span><\/p>\n<p> Para que o projeto de ascens&atilde;o ao governo do Estado pelo PT se concretize &eacute; necess&aacute;rio uma estrat&eacute;gia pragm&aacute;tica. O partido tem consci&ecirc;ncia que para chegar em 2014 em posi&ccedil;&atilde;o de ter candidatura, a agenda positiva por parte das prefeituras petistas dever&aacute; ser uma realidade, principalmente em Goi&acirc;nia e An&aacute;polis. Feito a &ldquo;li&ccedil;&atilde;o de casa&rdquo; &eacute; a vez de arrebatar para si a oposi&ccedil;&atilde;o a Marconi em Goi&aacute;s. N&atilde;o se resume apenas ao PMDB, mas ao PSB de J&uacute;nior do Friboi e, provavelmente, ao PSC de Vanderlan Cardoso, caso haja um recuo da outra via junto ao DEM de Ronaldo Caiado.<br \/> Para o presidente do PT regional, o deputado estadual Luis Cesar Bueno, n&atilde;o &eacute; condi&ccedil;&atilde;o definitiva o partido ter o candidato na cabe&ccedil;a de chapa. &ldquo;Queremos debater com o conjunto de partidos o melhor nome. O PT tem os seus a apresentar&rdquo;, diz. O parlamentar argumenta que &eacute; necess&aacute;rio primeiramente debater o cen&aacute;rio com o conjunto de partidos da oposi&ccedil;&atilde;o, para depois definir a pessoa. &ldquo;S&oacute; com avalia&ccedil;&otilde;es e pesquisas para sabermos qual &eacute; o melhor quadro para ser colocado.&rdquo;&nbsp;<\/p>\n<p> Como n&atilde;o poderia ser diferente, o deputado defende que chegou a hora do PT, e que a circunst&acirc;ncias est&atilde;o c&ocirc;modas &agrave; legenda. Cauteloso em suas coloca&ccedil;&otilde;es, ele n&atilde;o descarta que, mais uma vez, o partido poder&aacute; abrir m&atilde;o da cabe&ccedil;a de chapa em prol de um aliado, como em elei&ccedil;&otilde;es passadas. &ldquo;Todo time que tem torcida tem que entrar em campo. O PT est&aacute; em campo com seus nomes. Mas n&oacute;s n&atilde;o queremos dividir a oposi&ccedil;&atilde;o, pois PMDB, PSB e PCdoB t&ecirc;m seus nomes. O objetivo principal &eacute; derrotar Marconi.&rdquo;&nbsp;<\/p>\n<p> Luis Cesar Bueno revela que uma das t&aacute;ticas a ser adotada &eacute; de explorar ao m&aacute;ximo o desgaste do governador at&eacute; as elei&ccedil;&otilde;es. &ldquo;Ele seria o candidato mais desgastado da hist&oacute;ria do Estado, n&atilde;o conseguiria recuperar sua imagem, pois sua rejei&ccedil;&atilde;o &eacute; de 62%&rdquo;, ressalta. Mas, outro l&iacute;der petista que &eacute; reconhecidamente o estrategista, uma esp&eacute;cie de pensador dos rumos do partido, o deputado federal Rubens Otoni, v&ecirc; como prioridade o &ecirc;xito das administra&ccedil;&otilde;es petistas. &ldquo;Nos munic&iacute;pios onde o PT governa, seja como prefeito ou vice, ser&aacute; fundamental o sucesso delas para a defini&ccedil;&atilde;o de candidatura em 2014.&rdquo;&nbsp;<\/p>\n<p> Rubens Otoni garante que o PT respeita as pretens&otilde;es dos demais partidos de oposi&ccedil;&atilde;o de lan&ccedil;arem candidaturas a n&iacute;vel estadual. En&shy;tretanto, para ele o que vier a ser configurado passar&aacute; inevitavelmente pela composi&ccedil;&atilde;o em n&iacute;vel nacional, ou seja, a verticaliza&ccedil;&atilde;o mais uma vez, a exemplo de 2010, definiria os caminhos da oposi&ccedil;&atilde;o em esfera regional. &ldquo;Temos que trabalhar as alian&ccedil;as, mas como? Res&shy;peitando a pretens&atilde;o de cada partido e trabalhando com convencimento. N&oacute;s queremos lan&ccedil;ar candidato a governador, mas com apoio dos partidos de base do governo federal.&rdquo;<\/p>\n<p> O deputado Mauro Rubens, petista que se destaca em especial pelos trabalhos junto aos movimentos sociais, acredita que a tend&ecirc;ncia &eacute; manter a alian&ccedil;a com o PMDB e demais partidos de oposi&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Temos condi&ccedil;&otilde;es realmente de chegar ao governo do Estado, tudo &eacute; quest&atilde;o de alian&ccedil;as&rdquo;, diz. O petista tamb&eacute;m n&atilde;o esconde que o momento do PT &eacute; mais do que oportuno e a estrat&eacute;gia para chegar ao poder passa por Goi&acirc;nia e An&aacute;polis. &ldquo;A t&aacute;tica &eacute; fazer gest&otilde;es municipais positivas. Gomide e Paulo Garcia s&atilde;o nomes a serem considerados e est&aacute; na hora de apresentar a candidatura ao governo, mantendo o leque de alian&ccedil;as.&rdquo;<\/p>\n<p style=\"margin: 0px 0px 15px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 13px; vertical-align: baseline; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 15px;\"><span style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline;\"><strong style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline;\">PT deve apresentar&nbsp;programa alternativo<\/strong><\/span><\/p>\n<p> A&#8200;deputada federal Marina Sant&rsquo;Anna, que concorreu ao governo do Estado em 2002, defende que antes de definir um nome e uma alian&ccedil;a, o partido deve priorizar a resolu&ccedil;&atilde;o da quest&atilde;o program&aacute;tica. Para ela, o PT precisa ter um programa de desenvolvimento para o Estado alternativo ao &ldquo;tempo novo&rdquo; de Marconi. &ldquo;H&aacute; regi&otilde;es em Goi&aacute;s que n&atilde;o h&aacute; nenhum plano de desenvolvimento. Devemos nos esfor&ccedil;ar em seguir o que &eacute; o governo Dil&shy;ma, e o que foi o governo Lula, na quest&atilde;o da inclus&atilde;o social e no crescimento da economia de forma a privilegiar todos os elementos do territ&oacute;rio do Estado de Goi&aacute;s.&rdquo;<\/p>\n<p> A parlamentar defende que cabe o PT a elabora&ccedil;&atilde;o deste projeto pol&iacute;tico de desenvolvimento regional, para depois tratar com os demais partidos de oposi&ccedil;&atilde;o quais caminhos a serem percorridos para se chegar ao poder no Estado. Ela aponta que a melhor estrat&eacute;gia para o partido seria a defesa de pol&iacute;ticas nos moldes dos bem sucedidos programas de redu&ccedil;&atilde;o de pobreza implementados em &acirc;mbito federal. &ldquo;&Eacute; uma constru&ccedil;&atilde;o que requer interesse da milit&acirc;ncia, boa rela&ccedil;&atilde;o com os movimentos da sociedade civil organizada.&rdquo;<\/p>\n<p> Em 2013, est&atilde;o previstas mudan&ccedil;as na dire&ccedil;&atilde;o executiva do PT regional. H&aacute; um projeto que mant&eacute;m mobilizada a milit&acirc;ncia petista justamente no ano que antecede 2014. As elei&ccedil;&otilde;es internas da sigla est&atilde;o marcadas para o dia 10 de novembro, e depois desta data, a vontade coletiva no partido de bancar candidatura ao governo estadual ficar&aacute; mais evidente para o eleitorado. Enquanto isso, Marina Sant&rsquo;Anna advoga que todos os partidos da base aliada de Dilma apresentem nomes que possam compor uma chapa majorit&aacute;ria em Goi&aacute;s. &ldquo;Os que se destacarem pela atua&ccedil;&atilde;o, hist&oacute;ria pessoal e, sobretudo, pelo perfil administrativo e pol&iacute;tico que um governador precisa ter, certamente ser&aacute; o ungido.&rdquo;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;Frederico Vitor O PT avalia que deve lan&ccedil;ar candidatura pr&oacute;pria a governador em 2014. 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