Os pré-candidatos para a disputa de 2016
Publicado 04/11/2012
Uma roda de deputados federais e estaduais discutiu, recentemente, a sucessão do prefeito Paulo Garcia (sim!) e apontou os nomes dos pré-candidatos para 2016: Virmondes Cruvinel Filho (PSD), Samuel Belchior ou Agenor Mariano (PMDB), Marina Sant’Anna (PT), Sandes Júnior (PP), Henrique Arantes (PTB), João Campos (PSDB) e Fábio Sousa (deve sair do PSDB).
Cruvinel Filho, vereador mais bem votado em 2012, é apontado como a revelação política do PSD. Não só. É uma revelação da política de Goiânia. Como Francisco Vale Júnior decepcionou em 2012, pois, como vice de Jovair Arantes, não atraiu apoios e votos, Cruvinel Filho é uma alternativa.
Samuel Belchior é um dos nomes mais consistentes do PMDB. É articulado e tem certa afinação com Iris Rezende e com o prefeito Paulo Garcia. Agenor Mariano, por ser vice do prefeito Paulo Garcia, terá uma força considerável na próxima eleição. Diferentemente de Fábio Sousa, não é marcado única e exclusivamente como um “político evangélico”.
A petista Marina Sant’Anna não é do grupo político do prefeito Paulo Garcia. Mas quer disputar a Prefeitura de Goiânia em 2016. Ela tem confidenciado isto a alguns militantes do partido. O PMDB teria dificuldade de apoiá-la. Humberto Aidar e Luis Cesar Bueno, sobretudo este, podem ser preparados para a próxima disputa. Luis Cesar mantém relacionamento estreito com o peemedebismo.
Sandes Júnior tem dito que, “sem Iris Rezende na parada, suas chances de ser eleito prefeito de Goiânia aumentam”. Henrique Arantes é o nome de seu pai, Jovair Arantes. Mas não tem nada definido. Em 2014, ele deve disputar mandato de deputado federal e, sobretudo, quer ganhar experiência política.
O deputado João Campos não é um político ousado, mas sempre tem boas votações em Goiânia. Ele planeja disputar a próxima eleição para prefeito.
Ao contrário de João Campos, o deputado Fábio Sousa é ousado, mas não conta com a simpatia da cúpula tucana. Em 2012, tentou ser candidato a prefeito, começou a fazer “campanha” antes de quaisquer outros pré-candidatos, mas foi vetado pela cúpula tucana, que preferiu apoiar Leonardo Vilela, primeiro, e Jovair Arantes, depois. Fábio tende a deixar o PSDB, em busca de um partido no qual não seja vetado sem nenhuma explicação. Ele deve ser candidato a deputado federal em 2014.