O desenvolvimento econômico do país depende de emprego e renda

Publicado 21/05/2019

Segundo a pesquisa Datafolha mais recente, o otimismo da população com a economia voltou a cair. Às vésperas da posse do atual presidente, em dezembro, 65%, acreditavam que a situação econômica do país iria melhorar nos próximos meses. Em novo levantamento, o instituto mostrou que 50% hoje avaliam dessa maneira registrando uma queda de 15% nos primeiros cem dias de governo.

A lenta recuperação da atividade econômica pode deixar graves consequências, difíceis de serem revertidas e, atingir diretamente os trabalhadores (as) que continuarão sem emprego, com baixa remuneração e cada vez mais desacreditados. Hoje são 12,8 milhões de desempregados e o desalento atingiu 4,7 milhões de pessoas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A população perdeu ainda mais o poder de compra, aquele discurso que era uma crise econômica do tempo do governo passado não cola mais. O que o governo faz é tentar uma reforma da previdência para tentar abrandar os ricos e sufocar ainda mais os pobres.

Para o desenvolvimento econômico, industrial e do comércio acontecer, é necessário distribuir renda, aumentar o salário das pessoas que estão ‘‘embaixo’’. Somente com melhores salários é que o comércio vai voltar a crescer e a indústria a produzir.

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