Luis Cesar Bueno quer autonomia e compromisso em 2008
Publicado 27/02/2008
O deputado Luis Cesar Bueno participou da abertura dos trabalhos legislativos nesta terça-feira (26), quando aproveitou para para cumprimentar o trabalho do deputado Jardel Sebba frente à presidencia da Assembléia Legislativa. “O presidente tem cumprido os compromissos estabelecidos. Com um parlamento modernizado, pretendemos fazer bom debate e apresentar projetos consistentes em defesa do povo goiano e de todos os trabalhadores”, reforçou. Bueno lembrou ainda da necessidade de um trabalho pela retomanda da autonomia do Poder Legislativo. “É necessário que nós deputados tenhamos uma unidade mínima para consolidar esta casa de leis como um orgão fundamental para o exercício da democracia. Não é concebível decisões relevantes para o povo goiano terem que ser submetidas a uma determinação judicial, uma vez que as mesmas caberiam à nós deputados”, lembrou cintando os casos da CPI da Educaçao e da intervenção em Turvelândia. Luis Cesar aproveitou a oportunidade para criticar a liquidação da Caixego, lembrada devido a presença dos ex-funcionários, que lotavam as galerias solicitando uma participação mais efetiva dos deputados para garantir a anistia a todos os demitidos da instituição financeira. “A liquidação foi um crime contra Goiás. Devíamos fortalecer o sistema bancário estatal e não deixar que sejam vendidos ou fechados, como aconteceu com a Caixego “, afirmou. Os demais parlamentares petistas, Mauro Rubem e Humberto Aidar também se posicionaram em favor dos presentes, que foi seguida e apoiada pela maioria dos presentes à sessão. Outro ponto lembrado pelo petista, foi a atuação do Governo federal na economia do país. De acordo com ele, pela primeira vez o Brasil tornou-se credor internacional, já que as reservas do país cobrem o valor da dívida externa em R$ 4 bilhões.”O Governo federal conseguiu tudo isso sem realizar agenda liberal”, lembrou. A Caixego foi extinta no dia 20 de setembro de 1990 e durante o processo de liquidação os servidores foram demitidos e a maioria não recebeu todos os direitos trabalhistas até hoje.