Greve na rede estadual de educação

Publicado 04/05/2007

Os trabalhadores da rede estadual de educação, em assembléia realizada na sexta-feira (4), deram início a uma greve por tempo indeterminado. Segundo informações do Sindicato dos Trabalhadores da Educação em Goiás (Sintego) a categoria reivindica a reposição da perda salarial de 20,31%, melhoria das condições de trabalho nas escolas, especialmente com relação à infra-estrutura, assinatura dos processos em andamento do plano de cargos e salários e o pagamento do salário dentro do mês trabalhado. O deputado Luis Cesar Bueno avalia que a decisão dos trabalhadores fortalece o movimento iniciado na Assembléia Legislativa de Goiás, quando a apresentou requerimento e a Bancada do PT, o mandado de segurança que implanta a CPI da Educação. A CPI foi o instrumento para apurar a denúncia do TCE que apontava o não cumprimento do orçamento mínimo destinado a educação. “A greve na educação estadual acontece em hora oportuna, momento em que protocolamos no Tribunal de Justiça o pedido da CPI. Precisamos realmente unir forças para garantir que a lei seja cumprida, assim como o direito dos trabalhadores”, ressaltou. A categoria reivindica a reposição da perda salarial de 20,31%, melhoria das condições de trabalho nas escolas, especialmente com relação à infra-estrutura, assinatura dos processos em andamento do plano de cargos e salários e o pagamento do salário dentro do mês trabalhado. Atualmente, segundo o presidente do Sintego Domingos Pereira, existem 54 mil professores e 20 mil funcionários administrativos. Este grupo atende a 950 mil alunos na rede estadual. O sindicato prevê uma agenda de atividades para a próxima semana. O deputado Luis Cesar Bueno está acompanhando o calendário de atividade e se compromete em apoiar o movimento.

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