Deputado trabalha pela aprovação do Conselho Federal dos Profissionais da Beleza

Publicado 19/07/2013

Com o objetivo de normatizar, fiscalizar e representar os interesses da sociedade fiscalizando a atuação dos profissionais na área da beleza o deputado estadual Luis Cesar Bueno e as lideranças do seguimento em Goiás estão trabalhando junto a bancada de deputados federais de Goiás para conseguir a aprovação do Projeto de Lei que cria o Conselho Federal dos Profissionais da Beleza (Confbel) na Câmara Federal.

O Conselho visa agir como atribuição legal para fiscalizar o exercício da profissão, garantido assim mecanismos que possibilitam o efetivo controle do exercício profissional, nos moldes de vários outros conselhos hoje existentes.

 O deputado explica que o Conselho vem preencher a lacuna legal e administrativa dentro das atividades profissionais de cabeleireiro, barbeiro, esteticista, manicure, pedicure, depilador e maquiador. Ele lembra que a Presidenta Dilma sancionou a Lei que reconheceu essas atividades e estabeleceu que as mesmas devem obedecer ás normas sanitárias. Porém, falta um órgão competente para exercer a tarefa de representar e fiscalizar o exercício irregular dos profissionais da Beleza.

As profissões da área da Beleza no Brasil são consideradas as mais promissoras. Atualmente existem cerca de 30 mil salões de Beleza no Estado, sendo mais de dez mil na grande Goiânia. De acordo com o presidente do Sindicato dos Proprietários de Barbearias, Institutos de Beleza e Afins de Goiás (Sindibeleza), Marcelino Vitor Lucena, o segmento cresce mais de 10% ao ano em Goiás e o mercado estimula crescimento de 20% nas indústrias de cosméticos.

De acordo com a coordenadora do curso Gestão da Beleza da Universidade Estadual de Goiás (UEG), Luciana Lara, o Estado de Goiás foi pioneiro na implantação de cursos superiores na área e conta com centenas de profissionais formados  que atuam no mercado como técnicos bem reconhecidos, muitos deles já especialistas. Por fim, a professora fortalece a luta do deputado pela criação do Conselho e considera a medida como mais um salto na valorização do profissional. 

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