A Violência e o Porte de Armas
Publicado 06/09/2018
De acordo o Atlas da Violência, em 2016 o Brasil registrou 62.157 homicídios, um número extremamente elevado para um país em tempos de paz. Desses homicídios, segundo a mesma fonte, 71,1% foram praticados com armas de fogo, o que demonstra a alta periculosidade do porte indiscriminado desses instrumentos da morte pela população em geral, como a proposta de alguns candidatos.
Desde a sanção do Estatuto do Desarmamento pelo Presidente Lula em 2003, o porte de armas vem sendo regulado e evitando o maior aumento desses dados. Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, somente entre 2003 e 2012 o Estatuto em questão evitou a morte de 121 mil pessoas, sendo que mais de 80% das mortes evitadas, são de pessoas jovens. Evitar que cada brasileiro possua uma arma de fogo, é evitar um banho de sangue e garantir uma juventude com vida.
Mesmo como medidas como essas, o aumento das estatísticas de homicídios e de violência em geral vem aumentando, e isso entre outros fatores, se dá pelo tráfico de armas e drogas. Durante o governo do Presidente Lula foi criado o SISFRON- Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras, um projeto que visava à proteção das nossas fronteiras, evitando o tráfico e tornando nosso país um lugar mais seguro.
Durante o governo golpista de Michel Temer, o orçamento para manutenção desse sistema foi sendo mitigado de forma covarde, fazendo com que as nossas fronteiras se tornassem verdadeiros portões do caos e da violência. Como Senador, irei propor a reestruturação do SISFRON, a proteção das nossas fronteiras e a manutenção do Estatuto do Desarmamento, garantindo assim, um Brasil com mais segurança para nossos cidadãos.
Fonte: Assessoria de Comunicação
