Luis Cesar Bueno responde acusações publicadas por jornais
Publicado 11/05/2016
Terceiro deputado inscrito no Pequeno Expediente da sessão ordinária desta quarta-feira, 11, Luis Cesar Bueno (PT) ocupou a tribuna para se defender de uma acusação publicada nas versões digitais dos jornais O Popular e Opção. O deputado contou que as matérias anunciaram uma ação do Ministério Público contra cinco ex-vereadores que teriam recebido da Prefeitura de Goiânia gratificações e proventos de forma indevida, entre eles Luis Cesar Bueno.
O parlamentar esclareceu que é professor efetivo da Prefeitura, mas está licenciado há 20 anos. "Desde 1996 não recebo nada da Prefeitura, pois pedi licença não remunerada. Não tenho que devolver proventos ilegais porque nunca os recebi. Me coloquei a disposição do Ministério Público para qualquer explicação e, assim que for comunicado, farei nos autos a minha defesa".
Veja a nota
LUIS CESAR BUENO NÃO TRABALHA NA PREFEITURA DE GOIÂNIA
O deputado Luis Cesar Bueno informa que não trabalha na Prefeitura de Goiânia e que faz 20 anos que não recebe “nenhum centavo” do município. É professor concursado da Secretaria Municipal de Educação. Solicitou licença não remunerada a partir de 1997 para exercer os mandatos legislativos (como vereador de Goiânia no período de 1997 a 2001 e como deputado estadual a partir de 2003).
Sobre a matéria divulgada por este órgão de imprensa, relacionado a divulgação da ação da Promotora de Justiça Dra. Fabiana Lemes Zamalloa, da 90ª Promotoria de Goiânia, que ajuizou pedidos para anular atos administrativos e ressarcimento dos valores pagos de forma indevida a cinco ex vereadores de Goiânia, o deputado Luis Cesar Bueno argumenta que não teve até a presente data conhecimento desta ação. Não recebeu nenhuma notificação. Jamais deveria ser acionado para devolver um dinheiro que não recebeu em forma de proventos.”
Luis Cesar esclarece que, como servidor municipal, exerceu função de confiança na Prefeitura de 1993 a 1997. A cada novo mandato, solicita a atualização dos valores de seus vencimentos como servidor público para pagamento da Previdência. Portanto, prossegue o deputado, ao invés de receber, o que faz é devolver ao Município o valor correspondente ao fundo de previdência que é descontado do seu contracheque como deputado.
"Quando eu deixar de ser deputado – tenho pelo menos mais três anos – vou retornar à Prefeitura e vou saber o valor dos meus proventos e o que foi incorporado de forma legal dentro do plano de carreira dos servidores públicos". Finalizando, colocou-se à disposição para contribuição e esclarecimentos. Assim que for notificado fará sua defesa.